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Coletes salva-vidas infantis são equipamentos essenciais em qualquer atividade aquática com crianças. Infelizmente no Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de morte acidental na infância. Por isso, um bom colete salva-vidas pode evitar acidentes e garantir a diversão sem preocupações.

A variedade disponível no mercado é grande. Assim, é comum que os responsáveis fiquem confusos sobre qual modelo escolher. O primeiro aspecto é observar se o item possui certificação do Inmetro. Também é importante saber que, até os seis anos, as partes mais pesadas do corpo dos pequenos são a cabeça e os membros superiores, por isso, eles tendem a se inclinar e cair para a frente.

Alguns coletes salva-vidas infantis possuem a presença de uma gola na região do pescoço, também conhecida como flutuador dorsal. Este item é importante para manter a cabeça da criança sempre acima da superfície d?água, aumentando a segurança. Modelos sem este flutuador podem dificultar o equilíbrio da criança, principalmente em alto-mar ou em locais com muitas ondas. Em acidentes, por exemplo, a criança pode cair na água de cabeça para baixo e ter dificuldades em virar o corpo.

Os profissionais da saúde e da segurança alertam que a supervisão de um adulto é imprescindível, ainda que as crianças saibam nadar ou que o local seja considerado raso. Apenas dois minutos são suficientes para que a criança submersa perca a consciência. O rápido socorro é fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas 5 minutos. Por isso é tão importante que pais, responsáveis, educadores e outras pessoas que cuidam de crianças aprendam técnicas de primeiros socorros.

Outra característica que aumenta a segurança de um colete salva-vidas infantil é a presença de duas alças, uma superior e outra inferior. A alça superior costuma estar atrelada à região dos ombros do colete, ou na gola do pescoço, caso haja. Ela serve para que seja mais fácil resgatar a criança da água em caso de acidentes. Já a alça inferior costuma ser presa na barriga da criança, após passar pela região entre as pernas. Esta alça mantêm o colete firme, impedindo que ele suba e saia pelo pescoço, devido à pressão da água.

Coletes salva-vidas infantis e boias são produtos que realmente se confundem, por isso é comum ter dúvidas na hora de escolher. No caso das boias infantis, existem dois tipos principais: as boias clássicas, em formato de rosquinhas nos braços, e as boias em formato de colete salva-vidas. Caso a boia estilo colete salva-vidas seja de seu interesse, você pode escolher entre as boias que são vestidas ao redor do corpo da criança, como um colete comum. Também pode optar pelas que possuem dois apoios nos braços interligados por outra boia ao redor do tronco. Há também boias que não são ligadas ao corpo da criança, como as rosquinhas grandes que ficam na cintura. Neste caso, o equipamento não possui função de proteger, e sim de auxiliar na flutuação.

O tamanho de coletes salva-vidas costuma ser definido pela faixa de peso mínima e máxima suportada. No caso das crianças, as marcas variam em disponibilizar essas informações. Algumas informam apenas o peso recomendado, outras a idade recomendada, outras ambos. De modo geral, escolher o modelo pela faixa de peso pode ser mais seguro do que pela idade. Isso porque crianças possuem desenvolvimentos de corpo diferentes e podem ter peso bastante distinto, mesmo durante o mesmo ano de vida. Sempre que possível, confira as duas informações.

Os modelos que indicam peso recomendado variam de 25 a 40 kg, enquanto as fabricantes que informam a idade recomendada possuem produtos para crianças a partir de 1 ano. A faixa etária mais comum é a de 3 a 6 anos, e infelizmente muitos modelos de coletes não informam a idade recomendada. A principal diferença é que coletes estilo boia costumam ser feitos de plástico e são infláveis, o que facilita bastante seu transporte. Além disso, são voltados para crianças menores, de até 6 anos, e não costumam informar a indicação de uso, pois são equipamentos mais comuns em piscinas e beira-mar. Já os coletes tradicionais são mais indicados para crianças maiores, a partir dos 6 anos. Seu formato, por exemplo, é desenhado para estar mais firme nesta faixa etária. Eles costumam incluir indicações de uso e, a depender da classe, podem ser utilizados em embarcações.

Os modelos de coletes salva-vidas do mercado podem ser em formato tradicional de jaleco, preso ao peitoral da criança, ou em formato de boia. Nestes casos, geralmente há uma parte presa na região do peitoral e a outra nos braços, como duas roscas. O colete estilo boia costuma ser mais utilizado em piscinas e beira-mar, pois auxilia no equilíbrio e na flutuação, projetando o corpo da criança para frente. A desvantagem é que pode limitar a movimentação dos braços, dificultando o uso. Escolha considerando a mobilidade confortável para a criança.

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