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Vidas à deriva é um filme dramático baseado no livro autobiográfico Red Sky at Morning, Céu Vermelho em Luto: A Verdadeira História do Amor, Perda e Sobrevivência no Mar", de 2002, ele conta a história de Tami Oldham e seu noivo Richard Sharp, saíram do Taiti para velejar até San Diego. Porém, no meio do Oceano Pacífico, o casal foi atingido por um furacão.

O filme se passa em 1983, Tami Oldham tinha 24 anos e após sair de sua casa em San Diego decidiu se aventurar pelo mundo. Ela trocava trabalhos por qualquer coisa que a mantivesse viajando, ela conheceu vários lugares exóticos e belos ao redor do planeta.

A história dela com o noivo começa quando ela chega ao Taiti. Enquanto ela cuidava de um barco, o velejador Richard Sharp ancorou no píer. Bastou uma troca de olhares para os dois se apaixonarem. Juntos, o casal viveu uma lua de mel antecipada, conhecendo paisagens paradisíacas e sem se preocupar com nada mais.

Até que Richard recebe uma proposta de levar o barco de um casal de amigos para Califórnia. Então Tami e Richard embarcam na viagem que teria a distancia de cerca de 6500 quilômetros rumo a San Diego a bordo do Hazaña. O que eles não contavam, era que seu trajeto fosse cruzar com o Furacão Raymond. Com ondas imensas e ventos extremamente fortes, o barco acabou virando inúmeras vezes até ficar completamente destruído. Passada a tormenta, ela se vê sozinha na embarcação em ruínas e tenta encontrar uma maneira de salvar a própria vida e a do parceiro debilitado.

Ela então tenta se localizar e percebe que o melhor a se fazer é ir em direção ao Hawaii, ela passou 47 dias à deriva desde o furacão, até que um barco de pesquisa japonês avistou a pequena embarcação. Por sorte, ela estava no caminho certo, e a poucos quilômetros da cidade do porto de Hilo no Hawaii.

***ATENÇÃO A PARTIR DAQUI PODEM CONTER SPOILERS***

Diferenças entre o filme e a história real:

Ela ouviu uma voz quando ficou presa no barco?
Sim. Em seu livro Red Sky in Mourning: A True Story of Love, Loss, and Survival at Sea , ela fala sobre ouvir uma voz, mas não a de seu noivo perdido no mar, Richard Sharp. Em vez disso, ela o descreveu como uma "voz interior" que era audível para ela externamente três vezes. É certamente possível que seu ferimento na cabeça e perda de sangue a tenham levado a acreditar que estava ouvindo tal voz. Outros acreditam que foi Deus falando com ela. Enquanto no filme a personagem encontra o noivo a deriva apoiado no bote salva vidas, muito ferido, e durante o filme ela tem que fazer a jornada sozinha, enquando cuida dele. Mas no fim das contas descobre que era uma alucinação, e que ela fez todo o caminho sozinha, nunca tendo encontrado de fato o noivo.

O iate foi muito danificado como no filme à deriva ?
Sim. A história real do filme "À deriva" revela que quase tudo no Hazana foi quebrado e espalhado. Os mastros se partiram e, como no filme de 2018, as velas estavam encharcadas e flutuavam nas proximidades. A cabine estava meio cheia de água. O motor e o rádio estavam quebrados. O dispositivo de rádio usado para indicar a posição de emergência do barco também estava abaixado, e o sistema eletrônico de navegação também não estava funcionando.

Como sobreviveu ficando preso por um mês e meio no iate?
Em 2003, ela disse ao Chicago Tribune que comia comida enlatada e manteiga de amendoim, consumindo de tudo, de coquetel de frutas a sardinhas.

Como conseguiu encontrar o caminho até o Hawaii?
Com o sistema de navegação do iate quebrado pela tempestade, Tami usou um sextante para ajudá-la a encontrar o caminho. Um sextante é um instrumento de navegação que pode ser usado para medir o ângulo do sol (ou outro objeto astronômico) acima do horizonte. "Isso salvou minha vida", diz Tami. Ela foi então capaz de calcular sua latitude usando mapas náuticos.

Quão longe ela navegou antes de chegar à terra?
Tami navegou aproximadamente 1.500 milhas em um período de 41 dias antes de chegar a Hilo, no Havaí. Ao se aproximar do porto, ela viu um grande navio saindo. Ela disparou vários sinalizadores antes que a embarcação de mais de 200 pés piscasse suas luzes e alterasse o curso. O navio parou ao lado do Hazana. A tripulação baixou o café e alguém jogou uma maçã para ela. Eles a rebocaram para dentro do recife e um auxiliar da Guarda Costeira a rebocou pelo resto do caminho. Semelhante ao final do filme à deriva, quando ela entrou no porto de Hilo. Se essa história pode trazer algum ensinamento para as pessoas que gostam de navegar, principalmente por longas distâncias é que sempre se deve estar preparado. Ficar atendo as mudanças climáticas, sempre que possível alcançando à terra antes de tempestades que podem ser perigosas, se manter informado sobre essas mudanças climáticas. Sempre ter os suprimentos adequados para cada tipo de viagem, ter os equipamentos de segurança necessários, não deixar de fazer as verificações de segurança do seu barco, entre outras coisas. Seguem algumas matérias que temos relacionadas a esse tema: ** https://www.barconovo.com/blog/dicas-de-como-agir-em-meio-a-um-temporal/ **

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